Categoria: poema
-
4 elementos
Nuvem cinzenta doentia que me vens roubar o dia sem crer me entristecer, deixas meu coração a doer. Céu azul que fresco estás hoje ao acordar pela manhã descobri o teu sabor que sempre faz com que durma melhor amanhã. Vento que levas meus ressentimentos não sofras mais por mim, afoga os meus sentimentos e…
-
Taciturno
Caminho sóbrio, solto pelo nada insisto na melancolia pressisto e existo numa vida amargurada, relembro-me daqueles momentos em que ainda ria… Nas palavras sou as incógnitas da matemática um desafio para as letras uma desilusão para a gramática, um céu cinzento onde penetras. Perspectivas diversas sobre um futuro incerto um caminho em aberto para um…
-
Óculos de Sol
São as olheiras a descoberto, um tanto medo do incerto, Sem saber aquilo que está certo, uma sombra bem perto! As brisas que se expandem Pela minha seca face… Que correm e fluem Pelos corpos de quem passe. São os momentos distintos que não se explicam… Sentem-se, como instintos que não se evitam… Cometem-se para…
-
Nessa madrugada fria
Nessa madrugada fria,Viajo na solidão,agarro-me ao coraçãodesenterro a ironia,nessa madrugada fria. Nessa noite chove,No espírito que me aquece,No silêncio da lareira,Minha triste alma desvanece! No dia florido,Minha alma prevalece.Aguardo a esperança…Que surge e me fortalece. Junto á fonte clara,renasço sem fraquejardo silêncio a que a madrugada,me deixou a sonhar!
-
Ironic State/Estado Irónico
Ironic StatePieces of dreamare out of controllStressing my soulWatching the goal You make me so goodand also so wrong I am confusedbut I can´t live only This is true…This is a treatI am gone be kidnapp Out of controlmy body and soulIronic state is a true fake! Estado IrónicoPedaços de um sonhofora de controloStressando a…
-
Toquei-te na intermitência de um olhar
Vou dispor da fraqueza, Despedaçar a vaidade, Sem crer, produzir riqueza, Para clarear a saudade. Vou trautear palavras surdas, Aprisionar os sentimentos, Sem perder de vista as letras mudas, Para alimentar meus descontentamentos. Exaltar as almas cegas Para invadirem o interior Acordar a dor, denegrir a cor… Despertar o olhar que nele pegas O sublime…
-
Me vou declarar á sorte
Me vou declarar á sorte Pedindo-lhe que me adie a morte. Solto-me no espaço Me esvaneço no escasso. Me vou declarar á sortePedindo-lhe que me adie a morte. Caminho no vazio Me diambulo no silêncio frio. Me vou declarar á sortePedindo-lhe que me adie a morte.
-
Um olhar sobre o monte
Se o mundo exaltasse perfeição Já não conseguiria estrebuchar solidão. Se os montes soltassem as alma Já não precisava de as manter calmas. Se tu fosses alguém Já não afirmava que eu era ninguém. Se o sonho fosse vida Já não negava que o pesadelo era a morte. Se as coisas fizessem sentido Já não…
-
Um dia…
Um dia penso estar noutro lugar, saborear um novo vento… apalpar um novo ar, e quiçá desfrutar um novo momento. Um dia chego a um sítio distante, me encontro com a sorte… despeço-me do azar cortante… e tento desafiar a morte. Um dia viajo para uma cidade cinzenta, pinto-a de cores quentes… sou criticado por…
-
Não, não há razões…
Não, não há razões para me lamentar…sobre a ignorância e malvadez,dos risos cínicos que tendo a detectar… Julgo-me fraco, mas por vezes sou melhor,vingo-me no que sou e no que faço…E sinto-me o pior… Valho pelas palavras que dilatadas…Se expandem nas áreas desta página,Que deambulam soltas privadas… Não, não há razões para me chatearMuito menos…