Não, não há razões…

Não, não há razões para me lamentar…
sobre a ignorância e malvadez,
dos risos cínicos que tendo a detectar…

Julgo-me fraco, mas por vezes sou melhor,
vingo-me no que sou e no que faço…
E sinto-me o pior…

Valho pelas palavras que dilatadas…
Se expandem nas áreas desta página,
Que deambulam soltas privadas…

Não, não há razões para me chatear
Muito menos chorar…
Quanto muito me vingar…