Categoria: poema
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Suspiro…
Suspiro, que se envolve lentamente.Com o frio da minha alma,Derretendo com o meu coração,percorre o meu corpo,ferindo-me pois então!não há vida sem se não! Suspiro que sem ti não sei viverSuspiro porque contigo quero estar,Sei porém que é contigo que quero dormitar.Suspiro sofregamente,Sofrimento matinal, uma angústia que nunca vi tal,Namoro com a vida, mas estou…
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Insatisfeito
Sentado a olhar para ti, Sorrateiramente conclui, que a desgraça, a perdição, as lágrimas que desperdicei por ti, Foram em vão! Sem saber porquê, dividi-me entre dois mundos o real e o imaginário, aquele de que se gosta mais, Se pudesse parar de sentir, esquecia a dor, o sofrimento, Apenas bocejava! palavras moribundas de satisfação,…
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Inquietação
Soprando arduamente, lá vai voando a folha… percorre longas horas á procura da esperança, mas ela teima em não aparecer. Ouço uma melodia calada, um tanto agoniada, vinda do mar, do céu, da água, vinda do interior profundo, uma voz amiga, mas árdua! uma voz doce e feroz um medo e inquietação, um dito coração,…
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Sensações
Soprar palavras moribundas todas elas derivadas de um pequno sentimento sem nome… não precisas de olhar, para saberes em que estou a pensar, sim elevar o teu espiríto até onde ele puder chegar, e discretamente…sonhar! Com sensações indiscretas, belas e puras… para que as vossas mentes não se tornem escuras, nem sujas. Vive as sensações
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Um olhar
Sorri discretamente Olhei nos teus olhos… São momentos como estes que valem por mil imagens Sem ver teu coração, consegui descodificar a sua secreta codificação abri com uma chave chamada paixão, ajustei e disse a palavra mágica, Começei por amor acabei com ódio, o teu coração fechou-se Com uma chave chamada vergonha.Não queiras que te…
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Beco sem saída
Flutuo numa órbita que me faz chorar Amargurado, masacrado, circulo sozinho, Navegando num beco sem saída, Vou andando em linhas rectas paralelas Que me fazem alucinar… Caío lentamente no chão sombrio sentindo um medo ardente do vazio, desliso vagarosamente pela parede onde avisto uma ponta de luz a esperança cresce mas desaparece… Sou apenas um…
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Incógnitas
Andeia á Roda, Numa esfera quadrada, Viajei no paranormal descobri uma morada, Somei trés números e obtive dois, Multipliquei por algo que o resultado deu nulo. Quem quiser saber algo mais, viage até ao país das incógnitas e sonhe, sonhe, durante longas horas, até encontrar a solução de um problema impossível de resolver: a MORTE
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Preto e Branco
Jogando com as palavras, Vou brincando ás escondidas a preto e branco as fotografias antigas, Vou emoldurando memórias sonhadas! Que sozinhas, enferrujadas, vão morrendo descuidadas… Gélidas ou Temperadas, As memórias permanecem intactas, sejam pretas ou brancas todas elas são de relembrar!