Categoria: poema
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Newstalgia
Existem certas fístulas que declino sobremaneira saturadas entre falanges descascadas rimas pobres e breves em rituais de falência imberbes Imundo vai o mundo em redor dos cabelos imbecis que prendes às redes de conexão que não travas nunca a margem do desassossego te pareceu tão profunda um corrupio delirante tão falida de sentido a vida.
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Lord of the Basics
Master of Cool To navigate ResearchGate Turbo bytes and bites Recognition without permission Lost frequency of polka dots Humanoid or android All in paranoid Bastard of trends Dandelion
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ar dente in finito
Inundando-me por dentro, para depois quase queimar o ante-braço ainda fiquei um pedaço de tempo abismado com o chapinhar da água e o debate defunto entre o prazer e o estar mesmo a acontecer a água drena e purifica o bocejo infinitamente nu num holograma circunspecto e precedente como um antecedente libidinal.
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Um quadrado para bloquear.
As últimas páginas são as mais revoltosas. E ainda assim não sabes ao certo como terminar o que acabas de iniciar. Entregas-te ao vazio do tempo, nesse por de lapidar musgo dos dias. E vives no de tal modo aparente processo de fantasiar.
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A bem dizer…
Deixai o pão de açúcar em paz Nem tanto dissabor ele vos traz Acolhemos as sobras dos indecentes Os restos mortais de uma língua As páginas principais Nos seus rankings ideais Julguemos menos os actos E calcemos os seus sapatos Pode ser que não apertem no calcanhar De Aquiles ou de outro qualquer ilustre Extraia…
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sonhos furtados
descreva por palavras o que pretenda ouvir encolha os ombros sem sombra de dúvida para ninguém saber o que está a sentir Eu estou descalço à beira da estrada. Sem fazer nada. Imóvel num retiro sucinto. Se não digo mais, É porque não sinto que deva.
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Algo para vir
Algo para vir Ser novo Ser novo ainda Algo para subir Metade disso Distrair e ir Ser ainda Novo para vir Ou ir Janelas Subir de novo ainda Seria ele Ele seria Ir de novo ainda Vir a ser Ou ser ainda Ainda subir de novo E distrair o velho Apalpar terreno À vinda Fazer…
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passo a fundo no vazio
hoje é dia ontem à noite de manhã até ao fim da escuridão uma luz branca ensimesmada no miasma da paisagem Guatiza, é mais um palanque que ironiza à visita vislumbre vista, e revista. a terra enfarolada nos pés suados o charco que é uma poça de despojos a cor da sombra, que vulcânica estremece…
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Safety Features
The use of mask is mandatory To read this poem You must switch off all your electronic devices Unattended luggage is forbidden Carry on luggage is okay, but you have to pay To read the front lines To read the back lines To exit this poem, you must follow the lights along the cabin aisle,…