Logo depois do silêncio,

chega a escuridão,

pela estrada que guia a solidão…

Vou simplificando e dificultando

as vidas que vivo e que me deixam viver…

Sem negar a história que te continuo amando.

Obrigo-me a isto, a nada, a ninguém…

Tudo isto não passa de um cismo…

Que se profere contra alguém.

Deixe um comentário

Comments (

1

)

  1. Anónimo

    est poema tocou m…mt lindo msm :)gsteims mt trist tb :Sespero q n t sintas cmo o poema…bjinhos fofos d alguem q nunca t esquece****