Categoria: poema

  • fantasmagoria

    assessoria sincronia que rachariaem velcro e feltroo pulcro sepulcro nivelar o azarsortear o araceder ao pêndulo convalescerembriagar sem podernuma esfera rachado o tubérculoa ser.

  • Sigo Abortado

    Fatiado em ossículos e vínculoscurrículos e cubículosCom inexpressiva rouquidãoembrionária que cessa solenemente o gomo final da tardeque plantas do lado de forada alma sentada no peitorilPausa em retábulo menor Fugacidade fogosidadeFuga à cidadeFuga a essa idade ou ao fogode fuga em ladrilho ventricular Patentear patinando no soloaureolar retrinco ímpetoFazes das fezes labirintosImpressionáveis presa entráveis.

  • Tratamento residual de dados

    Com bandeirante demarcadofoste de clique em cliquedesmascarado com cura arRede que se foi, suarsuores frívolos descendendotesta abaixo desviando em prosaRepousa e a tosse toscaCompartilhada sem consentirque a dor que deveras senteé mais forte do que a fórmulade multiplicar gostos por genteCaralivro FacebookNunca o teu Estado estevetão depressivo…#findo

  • Manto da Invisibilidade | Görünmezlik Pelerini

    Segura-te, prende-te à cadeira. Bekle, sandalyeye tut. Controla o teu azimute… Azimutunu kontrol et. versa a vida como a vês hayat göründüğü gibi dispersa em frases cümlelere dağıtmak

  • Get Real

    Take me as what it takesTo be irrealistaNuma marcha anti-sexistaViolinista calvinistacalmante ou chacinaPreguiça ou surrealistaCom nervura de bovinoSupositório puristaAmálgama visceralStand up baby…Torna-te mais realPreenche o vazio com espaçosDe um teclado virtualCanta alva ganha vozOnde está o albatroz?

  • ORA COMO

    Como se todas as linhasderivassem da mesma esfera.Em nome da Lua castigadas Como as súbitas dilatações da papilagustativa ao interagir com o gengibreSe traem num doce se retraem num amargo Ora discípulas ora funestascontorcendo-se ao descer por entrea tua clavícula internamente Entornadas como todas as coisasnum copo meio cheio de umsistema meio vazio.

  • Extático isostático

    Conteúdo programático Que te conduz a um desvio latente Da rota traçada a tracejado Porque repetes os temas e os semas E não sabes mascarar a tua astúcia Para destituir poemas, diluis em paradas sucessivas As peças que colhes ao vazio. E nem te ocorre Que as podes devolver ao fundo do desvio Varias uma…

  • Gazeta

    Sei até para onde mebaste de tilintaras iguanas igualadasa sardões até onde julgues rabiarÉ certo e sabido que oMamadu não terá mais tino que tuTal como a ronda do caféChega de pressa ao correio.Pelo meio nenhuma surpresaSomente um corte de cabeça.

  • sons de baleias

    em cataratas artificiaischapéus de plásticocobrindo as neblinasmatinais, com fleuma… dando um descanso à sua a criança citadina:pode doar para o fundo protector do ar fresco refresque-se numa cadeira de aeroportocomo se o assento seguinte fosse maisa seu gosto, e vá dando indicações precisassobre as luzes ao fundosituadas a alguns quilómetros dos seus pés cave a…

  • PUT YOUR FINGER

    In the wrong lineLiga a ficha e destapa a feridaToma a tomada como redomaA vida é pré meditanteComo se da razão se desviassea todo o custoÀ custa da tarifa sacrificanteComo se ela transviasse qualquerinvestidura. Um circunflexo desabadona perdição.Oxalá a têmpora fosse escapulir-seem devotas fissuras de luz.Partes e a que voz a sementete reduz.Please, insert the coin.