As paralelas intermitências da minha vida,
andam soltas, sombrias, desconectadas…
ela sente-se dorida, esta ferida,
que se apresenta roubada.

Curada, sempre gelada…
a amarga memória,
do triste e solitário coração,
que difunde a sublime ilusão,

Do terrível e frívolo…
coração,
da alma inundada de sentimentos vagos…
Cresce e expludo nos contornos de uma vida interrompida,

Desanimada, embriaga, acorrentada, dizimada,