Estar para lá de fechado
Dentro de mim mesmo
Gotejando lentamente como
um murmúrio de folhagem
divergente. Assentar na nuvem o vértice.
– Desastre natural! Vertendo sobre o sol posto
A luz que oculta a pinha
O voo inanimado do avião, do pavão
Tal e qual a sombra ressentida pela brisa
O que uiva lá onde vá
A quem ascende e não sabe onde está
Não toque nem sobe mais no céu 
por cá ser navalha afiada
da visão do lado do réu.