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10 de Abril de 2014
A solidão é um pandemónio habitável.
Cartomante de penumbras.
Acende a alma, ofusca o tempo.
Mirra as lanternas da terra em brasa.
Vira o soluço interrompido voluptuoso, ferido no ser dia do opúsculo.
A janela piscava e de repente alguém grita “mãe!”
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João Pinho
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