Interior Profundo


Das memórias obscuras,


Dos corações fanáticos,


Das magias profanadas,


chega a história de um poeta sem pé,


que caminhara por entre o verde prado


e estava na hora de brotar a semente


e ele decidira morrer um dia


para ama-la no inferno.


Sem dó nem piedade surge-se derepente


a ceita a temer,


Amaram-se profundamente,


Pois sabiam que nada tinham a perder


Juntram-se no sítio proíbido,


Uma cave sombria


Chamada Interior Profundo.