Torniquete

enclausurado na penumbra do planeta passado

achatado no estéril preâmbulo da desertificação

eco ou ego algo dir-te-ão

clamarás em ricochete

brusca muamba cilada que avante samba

ora truz-truz, ora zarpas

na arca que não está onde é

figurante dispersivo depreciativo

agora sana, atum em lata

azeda a colheita está flaca

com uma bússola de redoma e prata

cogitas em gravata listrada

a seiva do figo do navio

da madeira por um filho

suas enteadas de sarabanda

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