VITRAIS VISCERAIS

Cartilagem nua. Se impõe a tarifa do sonho sacrificante
Orifício cantante em nebulosa espuma. Transversos.
Virtuais, dínamos de vitrais apalavrados.
Nossa noite, vossa voz
Entre os egrégios avós, levantai as brumas
Da memória, o acervo da severa história
No grosso modo de arrotar. Vedar
As classes de sol, clamantes de lua
Medusa cintilante nas luras.
Estende-se a seus céus. Os véus.
A sombra acelera agora.

O esplendor do visceral.