PARAGEM

Fugas enraizadas
Invertidas entornadas
Açucenas tristes
Agoiradas,
Clandestinamente
Imortalizadas
Nos confins do ego desmedido
A vaidade trai-me
Deixa-me contido
No nosso mundo outrora vivido
Deixa-me contigo
Ensopado no teu corpo
Fui frio frívolo frágil
Agora estou mais forte
“Fico na próxima paragem!”

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