Desprotegido

Injuriado, maltratado

Sugo as palavras insípidas

Que me julgam tarado

Descarnam as verdades límpidas

Aterram no passado encoberto

Soltam-se as pragas e a maledicência

Do meu incansável espírito aberto

Resulta o abandono da ciência

Mergulho na subjectividade

Encaro de frente o presente

Criticam a minha actividade

Plantam um sujeito diferente.

Interiorizo a efemeridade

De que sou vítima, me aterrorizo

Sinto uma pura vontade

Tornar o sonho que realizo

Numa efémera realidade.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

Comments (

0

)