bio

Poeta entusiasta da arte e jogador de palavras, seu trabalho gira em torno da noção de experimentalismo, traçando a linha entre manuscrito e digital, híbrido e ancestral, boca a boca e uma infinidade de referências. Pressionando pausa e diluindo um turbilhão de fonemas e grafemas, que são inscritos, esfregados e apagados em fragmentos distópicos e antropofágicos. Estes textos são subtextos de justaposições, repetições, distorções e vórtices.

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João Pinho nasceu em 1992 no Porto, cidade onde reside atualmente. Desde muito cedo revelou interesse pela literatura. Iniciou a escrita poética durante a formação básica. É licenciado em Línguas Literaturas e Culturas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Publica os seus poemas desde 2007 no blogue “POETA-perdido”. Lançou em 2013, um livro de poemas, edição de autor com o título “RITOS TIROS FRITOS” e em 2017 pela Chiado Editora “ENREDADO”. A sua poesia tem vindo a adquirir cada vez mais um cariz experimental e conceptual, aproximando-se do hibridismo que tanto caracteriza a arte contemporânea.

Poet art enthusiast, and word player, his work is going around the notion of experimentalism, drawing the line between handwritten and digital, hybrid and ancestral, word of mouth and a multitude of references.  Pressing pause and diluting a turmoil of phonemes and graphemes, which are inscribed, rubbed and erased in dystopian and anthropophagic fragments. These texts are subtexts of juxtapositions, repetitions, distortions and vortex.

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João Pinho was born in 1992 in Oporto, Portugal, where he currently resides. From an early age, he showed an interest in literature. He began poetic writing during high school. He holds a degree in Language, Literature and Culture from the Faculty of Arts of the University of Porto. He has been publishing his poems since 2007 on the blog “POETA-perdido”. Launched in 2013, a book of poems, author edition with the title “RITOS TIROS FRITOS” and in 2017 by Chiado Editora “ENREDADO”. His poetry has become increasingly experimental and conceptual, approaching the hybridism that so much characterizes contemporary art.