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  • então prima

    o gatilho, numa sinopse de postura imposta portanto, uma impostura delinquente ou deliciante não sei, talvez dançante das águas de março o sabão desinfetante e as bolhas protetoras da moldura partida oh que vida, de diarreia inexpressiva que fleuma vergando-nos às dores das costas se somam as dores das postas de pescada. do mar morto […]

  • Automático

    Viral hepático, sendo sempre seguido ao segundo seguinte. Uma vista castrada pelos pesadelos obtusos Vacinando o tempo ao meu intento em meia garrafa funda de afogamento. Uma lonjura beatífica Um painel de sombras corroendo os meus olhos Vociferar apenas o inaudito Entalando pois os mártires do ruído. Vário Uma pausa meticulosa Na condição do sobrenome […]

  • Uma sombra vale mais que mil palavras

    Uma sombra por dia dá saúde e alegria Mais vale uma sombra na mão que duas a voar A sombra morreu de velha Sombras passadas não movem moinho Sombra que nasce torta tarde ou nunca se endireita A sombra é senhora do que pensa e escrava do que fala Vozes de sombra não chegam ao […]

  • História da Sacro-Sapiência

    Cruzes e fixo Cruzes e fixo Nozes e lixo Nozes e lixo Vozes e bicho Vozez e bicho Apanhas que te mato Apanhas que te mato Aranhas que te rato Aranhas que te rato Amanhas que te cato Amanhas que te cato _______________

  • It’s a night mar

    It’s a night man It’s a night pan It’s a night can It’s a night van It’s a night tan It’s a night lan It’s a night fan It’s a night war

  • INDEXA A DOXA

    Endoidando para ser viral Ter um dia só para mim Atávico em sinergias Dominas, dormias Vacinas, chacinas Salas de estar para detestar maturar ou matutar designadas paradas de sucesso. Obras que desdobras preço porque meço o apreço, desvio desenhas ou desdenhas o arremesso.

  • Tazos e Atrasos

    De vista desarmada Imbebida adormecida no convulso estremecimento de uma ferida dorida Aliciando numa lúbrica sombra Um padrasto apedrejado Estala em fissuras o momento Rebenta a bolha do desalento Oh que empobrecimento, Cego, surdo, mudo Um refill em modo vil.

  • Metrofobia

    deitei-me num beliche a olhar as estrelas, acabei de embalar certos esquemas a vácuo, suprimi as linhas raiadas na minha retina, deambulei ciclicamente na tua sina, pausei em cólicas nervosas o meu torpor, balancei na bóia de plástico desvitalizado, fechei o saco do lixo em que sufoco, aditei prematuramente a renda à avalanche, sacudi nervoso […]

  • Bem-vindo ao word

    Documento em branco Documento com espaçamentos Currículo em cinzento e azul Calendário de instantâneos Tutorial sobre como inserir o seu primeiro Índice Carta de apresentação sofisticada Brochura educativa Relatório Certificado de prémio melhor Fatura de serviço Papel timbrado com curvas azuis Folha de rosto de fax Panfleto de convite para a festa Poema em falta […]

  • LADAINHA

    repetida repetição repentina   cíclica em ciclos circundantes   estava para lá dos dedos   desmarcado em rodas marcadas   infinitos definidos insanamente   na indefinida dimensão do ser   círculos linhas curvas pontos,   vírgulas rotundas espaços   um cruzamento sem fim que deslumbras   um infinito na ponta dos tempos