O tempo das horas mortas
Mata mais que o tempo maior
Ao de lá das sombras os véus
Das curvas nocturnas as luzes
Intensas e profundas que defumas
Na maré de plataformas a rotunda
Estatelada na estrela cobre de dor
O dourado da cor como as gretas
Que se formam nos lábios viciados.
Esteve suprimido agora está a
libertar-se.
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LINHA Nº 2
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